O que é monitoramento remoto
Monitoramento remoto é a possibilidade de acompanhar, à distância, o que acontece em um imóvel: ver as câmeras ao vivo, consultar gravações, receber alertas de alarme e de detecção de pessoas, verificar o estado dos sistemas e, em alguns casos, agir — acionar uma sirene, abrir um portão, acender uma luz. O acesso pode ser feito pelo celular, pelo computador ou por uma central de monitoramento.
Para o morador, o monitoramento remoto significa saber o que está acontecendo em casa quando está no trabalho ou viajando. Para o síndico, significa acompanhar a rotina do condomínio e verificar ocorrências sem precisar ir até a portaria. Para o gestor de uma empresa, significa supervisionar várias unidades de um só lugar. Para a portaria ou a central, significa receber eventos com imagem e responder rapidamente.
A ALLITEC configura o monitoramento remoto de câmeras e alarmes para condomínios, residências, comércios e indústrias em Campinas e região, com atenção especial a dois pontos que costumam ser negligenciados: a segurança do acesso e a qualidade dos alertas. Para o projeto do sistema de câmeras em si, consulte a página CFTV IP e Monitoramento; para alarmes, a página Sistemas de Alarme.
O que pode ser monitorado
Câmeras
Visualização ao vivo, reprodução de gravações, exportação de trechos, busca por eventos e, em câmeras com analíticos, busca por pessoas e veículos. O acesso remoto usa um fluxo de vídeo otimizado para a conexão móvel, sem prejudicar a gravação em alta resolução.
Alarmes
Estado do sistema (armado ou desarmado), zonas abertas, disparos, falhas de energia, bateria baixa e tentativas de sabotagem. Em muitos sistemas, também é possível armar e desarmar remotamente, com registro de quem fez a operação.
Proteção perimetral
Disparos de cerca elétrica, sensores infravermelhos e analíticos de vídeo, com indicação da zona e imagem da câmera associada.
Controle de acesso
Registros de entrada e saída, tentativas de acesso negado, portas forçadas ou mantidas abertas e, em alguns sistemas, abertura remota de portas e portões.
Saúde do sistema
Câmeras sem sinal, discos com falha, gravação interrompida, falta de energia e perda de conexão. Esses alertas são essenciais para garantir que o sistema esteja funcionando quando for necessário.
Sensores técnicos
Em empresas e indústrias, o monitoramento pode incluir sensores de temperatura em salas de servidores e câmaras frias, sensores de inundação, de fumaça e de abertura de quadros, integrados à central de alarme.
Formas de monitoramento
Automonitoramento pelo aplicativo
O próprio responsável — morador, síndico, gestor — recebe os alertas no celular e decide o que fazer. É a forma mais simples e econômica, indicada para residências e pequenos comércios. A limitação é que depende da disponibilidade e da atenção da pessoa: um alerta durante a madrugada pode passar despercebido.
Monitoramento pela portaria
Em condomínios e empresas com portaria, os alertas são direcionados ao posto da portaria, que verifica as câmeras e aciona os procedimentos. O síndico ou o gestor também pode ter acesso remoto para acompanhar.
Monitoramento por central profissional
Uma central de monitoramento recebe os eventos 24 horas, verifica as imagens e aciona os responsáveis, a ronda ou a polícia conforme o procedimento acordado. É a forma mais completa, indicada para imóveis com risco maior ou sem presença permanente de pessoas.
A ALLITEC configura os sistemas para qualquer uma dessas formas, incluindo a comunicação com centrais de monitoramento, e ajuda o cliente a escolher o modelo mais adequado.
Segurança do acesso remoto
O acesso remoto às câmeras e alarmes é muito conveniente, mas, se mal configurado, abre uma porta para invasores. Há muitos casos de câmeras expostas na internet, com imagens acessíveis a qualquer pessoa, e de sistemas invadidos para desativar alarmes ou apagar gravações. Por isso, a ALLITEC trata a segurança do acesso como parte central do serviço.
Boas práticas aplicadas
- Senhas fortes e exclusivas para cada usuário, nunca as senhas de fábrica.
- Usuários individuais, com permissões de acordo com a função. O porteiro vê as câmeras da portaria; o síndico vê tudo; o zelador vê as câmeras das áreas técnicas.
- Firmware atualizado nas câmeras, gravadores e centrais.
- Sem redirecionamento de portas no roteador sempre que possível. O acesso é feito pelos serviços de nuvem do fabricante, que usam conexões de saída criptografadas, ou por VPN.
- Autenticação em dois fatores, quando o aplicativo oferece.
- Rede de câmeras separada da rede de dados e da rede de visitantes.
- Registro de acessos, para saber quem visualizou e exportou imagens.
- Revisão periódica de usuários, removendo ex-funcionários, ex-síndicos e prestadores que não precisam mais de acesso.
Por que o redirecionamento de portas é arriscado
Uma prática comum, mas perigosa, é abrir portas no roteador para acessar o gravador diretamente pela internet. Isso expõe o equipamento a varreduras automáticas que procuram dispositivos vulneráveis o tempo todo. Se o gravador tem uma falha de segurança ou uma senha fraca, ele pode ser invadido em pouco tempo. Os serviços de acesso por nuvem dos fabricantes e as VPNs evitam essa exposição.
Alertas inteligentes: menos ruído, mais informação
Um dos maiores problemas do monitoramento remoto é o excesso de alertas. Câmeras configuradas com detecção de movimento simples enviam notificações a cada sombra, folha, inseto ou mudança de luz. Em poucos dias, o usuário desativa as notificações e o monitoramento perde o sentido.
A ALLITEC configura alertas inteligentes, com base em:
- Classificação de objetos: alertas apenas para pessoas ou veículos, ignorando animais e vegetação.
- Áreas de interesse: a detecção acontece apenas nas partes da imagem que importam, como o muro ou a porta, e não na rua ou na árvore.
- Linhas virtuais: o alerta acontece quando alguém cruza uma linha em determinado sentido, por exemplo, entrando pelo muro.
- Horários: os alertas de uma câmera podem ficar ativos apenas fora do horário de funcionamento ou durante a noite.
- Integração com o alarme: as câmeras geram alertas apenas quando o alarme está armado.
- Prioridade: eventos críticos, como disparo de alarme, geram notificações destacadas; eventos informativos ficam apenas registrados.
Com esse ajuste, o usuário recebe poucos alertas, mas relevantes, e passa a confiar no sistema.
Verificação de eventos com imagem
O monitoramento remoto ganha muito valor quando cada evento chega acompanhado de imagem. Um disparo de alarme sem imagem gera dúvida: é invasão ou é o gato? Com a imagem, a decisão é imediata. A ALLITEC configura a associação entre zonas de alarme e câmeras, de modo que o disparo de um sensor envie, junto com o alerta, a imagem ou um pequeno vídeo da câmera correspondente.
Essa verificação é especialmente importante para quem usa central de monitoramento: a central consegue confirmar a ocorrência e acionar a polícia com informação concreta, o que aumenta a prioridade do atendimento e reduz deslocamentos por alarmes falsos.

Infraestrutura necessária
Para que o monitoramento remoto funcione bem, a infraestrutura precisa estar preparada:
Internet estável. A velocidade de envio (upload) do link é a mais importante, porque é por ela que as imagens saem do imóvel. Links com upload muito baixo limitam a quantidade de câmeras que podem ser vistas ao mesmo tempo.
Rede bem configurada. Roteador e switches de qualidade, com a rede das câmeras organizada e protegida.
Nobreak. Gravador, switches, roteador e central de alarme devem estar em nobreak, para que o monitoramento continue durante quedas de energia.
Comunicação redundante para o alarme. Centrais de alarme podem se comunicar por internet e por rede celular. Se a internet cair, ou se o cabo for cortado, a comunicação celular mantém o envio de eventos.
Sincronização de horário. Todos os equipamentos devem ter o horário correto e sincronizado, para que os eventos e as gravações sejam confiáveis.
Qual a velocidade de internet necessária
Uma dúvida frequente é quanto de internet é preciso para o monitoramento remoto. A resposta depende de quantas câmeras serão vistas ao mesmo tempo, da resolução do fluxo de visualização remota e de quantas pessoas acessam simultaneamente. O dado mais importante é a velocidade de envio do link, que em muitos planos residenciais e comerciais é bem menor do que a velocidade de download anunciada.
Algumas orientações práticas:
- Para visualizar uma ou duas câmeras pelo celular, com fluxo secundário, um link com upload modesto costuma ser suficiente.
- Para visualizar várias câmeras ao mesmo tempo, ou para que várias pessoas acessem simultaneamente, o upload precisa ser proporcionalmente maior.
- Para reproduzir gravações em alta resolução remotamente, o upload também precisa ser maior, ou a reprodução deve usar o fluxo secundário.
- Para gravação em nuvem de várias câmeras de forma contínua, o upload necessário é alto e precisa ser dimensionado com cuidado.
Em condomínios e empresas, recomenda-se que o sistema de segurança tenha um link próprio ou, ao menos, uma priorização de tráfego no roteador, para que o uso de internet pelos outros sistemas não prejudique o monitoramento. A ALLITEC mede o link existente durante o levantamento e indica se ele atende ao que o cliente pretende.
Atualizações e manutenção do acesso remoto
Aplicativos, firmwares e serviços de nuvem dos fabricantes mudam com frequência. Uma atualização do aplicativo pode exigir uma nova versão de firmware no gravador; um serviço de nuvem antigo pode ser descontinuado. Sem manutenção, o acesso remoto que funcionava bem pode simplesmente parar. A ALLITEC acompanha essas mudanças nos sistemas que mantém e faz as atualizações de forma planejada, testando o funcionamento após cada uma.
Monitoramento remoto em condomínios
Em condomínios, o monitoramento remoto tem características próprias. Muitas pessoas estão envolvidas — síndico, subsíndico, conselho, administradora, zelador, porteiros, empresa de segurança —, e cada uma precisa de um nível diferente de acesso. Além disso, as imagens envolvem a privacidade dos moradores, e as regras de acesso precisam estar claras.
Perfis de acesso típicos
| Perfil | Acesso típico |
|---|---|
| Portaria | Câmeras ao vivo de todas as áreas comuns, alertas de alarme e perímetro |
| Síndico | Câmeras ao vivo e gravações, relatórios, alertas críticos |
| Zelador | Câmeras de áreas técnicas e garagens, alertas de saúde do sistema |
| Administradora | Relatórios e acesso pontual mediante solicitação |
| Central de monitoramento | Eventos de alarme e perímetro com imagem, fora do horário ou 24 horas |
Os perfis são definidos com o síndico e, quando necessário, aprovados em assembleia ou registrados no regimento interno. A ALLITEC configura os usuários de acordo com essa definição e entrega a lista de acessos ao condomínio.
Rotina do síndico
Com o monitoramento remoto, o síndico consegue acompanhar a rotina sem estar presente: verificar se os prestadores de serviço chegaram, conferir uma reclamação de barulho, acompanhar uma obra, verificar a portaria durante a madrugada. Também consegue receber alertas de falhas no sistema, como câmeras sem sinal ou gravador com disco cheio, e cobrar a manutenção antes que o problema se torne grave.
Gravações e solicitações de moradores
Moradores frequentemente pedem acesso a gravações para investigar um dano ao veículo, uma encomenda extraviada ou um incidente nas áreas comuns. O condomínio deve ter um procedimento para essas solicitações: quem pode pedir, quem analisa, em que prazo e como a imagem é entregue. O monitoramento remoto facilita a busca, mas o procedimento garante que o acesso respeite a privacidade dos demais moradores.
Monitoramento remoto em residências
Em residências, o monitoramento remoto costuma ser feito pelo próprio morador, pelo aplicativo. As funções mais usadas são:
- Ver quem tocou a campainha ou se aproximou do portão.
- Acompanhar a chegada dos filhos ou de prestadores de serviço.
- Verificar a casa durante viagens.
- Receber alertas quando o alarme dispara, com a imagem da câmera.
- Armar e desarmar o alarme à distância.
Para casas com maior exposição, é possível contratar uma central de monitoramento que receba os eventos durante a noite ou durante viagens, verificando as imagens e acionando os responsáveis.
Monitoramento remoto em empresas e indústrias
Em empresas, o monitoramento remoto atende tanto à segurança quanto à gestão. Gestores podem acompanhar várias unidades, verificar a abertura e o fechamento das lojas, conferir o recebimento de mercadorias e investigar incidentes. Em indústrias, a equipe de segurança patrimonial pode centralizar o monitoramento de portarias, pátios, docas e perímetros em uma sala de controle, com acesso remoto para a gerência.
Alguns cuidados específicos para empresas:
- Separação entre segurança e gestão: o acesso para fins de gestão operacional deve ser definido com cuidado, respeitando a privacidade dos funcionários e a legislação.
- Integração com a TI: o monitoramento remoto deve seguir as políticas de segurança da informação da empresa.
- Várias unidades: plataformas de gerenciamento centralizado permitem ver todas as unidades em um só aplicativo, com perfis por unidade.
- Relatórios: eventos de alarme, aberturas fora de horário e falhas de sistema podem gerar relatórios periódicos.

Erros comuns no monitoramento remoto
- Todas as pessoas com o mesmo usuário e senha, sem possibilidade de saber quem acessou.
- Senhas de fábrica, deixando o sistema vulnerável.
- Portas abertas no roteador, expondo o gravador à internet.
- Alertas de movimento em todas as câmeras, gerando centenas de notificações.
- Equipamentos de rede sem nobreak, interrompendo o monitoramento justamente nas quedas de energia.
- Ex-funcionários e ex-síndicos com acesso ativo.
- Horário errado nos equipamentos, comprometendo a validade das gravações.
- Falta de alertas de saúde, deixando câmeras desligadas por semanas sem que ninguém perceba.
A ALLITEC revisa sistemas existentes para corrigir esses problemas e configura novos sistemas já com as boas práticas.
Como funciona a configuração pela ALLITEC
1. Levantamento
A ALLITEC verifica os equipamentos existentes ou a serem instalados — câmeras, gravador, central de alarme, controle de acesso —, a rede, o link de internet, o nobreak e as necessidades do cliente: quem vai acompanhar, o que precisa ser monitorado, em quais horários e como os eventos devem ser tratados.
2. Adequação da infraestrutura
Quando necessário, a rede é reorganizada, o firmware dos equipamentos é atualizado, os nobreaks são instalados ou revisados e a comunicação redundante do alarme é configurada.
3. Configuração de segurança
Senhas são trocadas, usuários individuais são criados com as permissões corretas, serviços desnecessários são desativados e o acesso remoto é configurado sem exposição direta à internet.
4. Configuração de alertas
Para cada câmera e zona, são definidas as regras de detecção, as áreas, os horários, as prioridades e quem recebe cada tipo de alerta. As zonas de alarme são associadas às câmeras para verificação com imagem.
5. Testes
Os alertas são testados com simulações reais: uma pessoa cruzando o muro, a abertura de uma porta, o disparo de um sensor, a desconexão de uma câmera. O acesso remoto é testado em redes móveis diferentes.
6. Treinamento
Cada usuário aprende a usar o aplicativo: visualizar câmeras, buscar e exportar gravações, entender os alertas, armar e desarmar o alarme e agir diante de um evento.
7. Documentação
O cliente recebe a lista de usuários e permissões, a descrição das regras de alerta, os procedimentos recomendados e as orientações de segurança.
Procedimentos de resposta
Tão importante quanto receber o alerta é saber o que fazer com ele. A ALLITEC ajuda a definir procedimentos simples, por exemplo:
Disparo de alarme com imagem de pessoa: confirmar a imagem, acionar a polícia, avisar os responsáveis, acompanhar pelas câmeras, preservar as gravações.
Disparo sem confirmação visual: verificar as câmeras próximas, consultar a portaria ou um vizinho de confiança, acionar a central ou a ronda, se houver.
Câmera sem sinal: verificar se é falta de energia ou de rede, acionar a manutenção, avaliar se o ponto precisa de cobertura alternativa até o reparo.
Porta mantida aberta: verificar a câmera, acionar a portaria ou o zelador.
Falta de energia prolongada: acompanhar a autonomia do nobreak, avisar a manutenção, avaliar riscos.
Procedimentos claros evitam decisões improvisadas em situações de tensão e garantem uma resposta consistente, independentemente de quem esteja de plantão.
Monitoramento remoto e privacidade
O monitoramento remoto amplia o acesso às imagens e, por isso, exige cuidado com a privacidade. Algumas diretrizes:
- Monitorar apenas áreas necessárias para a segurança.
- Evitar câmeras em locais de privacidade, como vestiários e banheiros.
- Usar máscaras de privacidade em câmeras que enquadram áreas de vizinhos.
- Informar a existência de monitoramento com sinalização.
- Restringir o acesso às imagens às pessoas que precisam.
- Definir prazos de armazenamento e procedimentos de descarte.
- Registrar quem acessou e exportou imagens.
Em condomínios e empresas, essas diretrizes devem estar documentadas. A ALLITEC configura os sistemas de forma a facilitar o cumprimento dessas regras.
Monitoramento remoto em Campinas e região
A ALLITEC configura e mantém sistemas de monitoramento remoto em Campinas e em cidades num raio de até 50 km: Valinhos, Vinhedo, Hortolândia, Paulínia, Sumaré, Louveira, Jaguariúna, Pedreira, Itatiba, Indaiatuba, Monte Mor, Itupeva, Morungaba, Nova Odessa, Holambra, Cosmópolis, Americana, Elias Fausto, Jundiaí, Santo Antônio de Posse e Amparo. Atende condomínios, residências, comércios e indústrias.
Tecnologias que tornam o monitoramento mais eficiente
Plataformas de gerenciamento centralizado
Em empresas com várias unidades ou em condomínios com muitos equipamentos, plataformas de gerenciamento reúnem câmeras, alarmes e controle de acesso em uma única interface. Elas permitem montar mapas com a localização de cada equipamento, visualizar eventos em tempo real, organizar câmeras por área e gerar relatórios consolidados. Para a portaria e a sala de controle, isso significa menos telas e respostas mais rápidas.
Analíticos embarcados e em servidor
Os analíticos de vídeo podem rodar nas próprias câmeras ou em gravadores e servidores com capacidade de processamento. Os analíticos embarcados são suficientes para a maioria das aplicações, como detecção de pessoas e veículos e linhas virtuais. Analíticos em servidor permitem funções mais avançadas, como busca por atributos em várias câmeras ao mesmo tempo e reconhecimento de placas em grande escala.
Notificações com vídeo curto
Em vez de uma única imagem, alguns sistemas enviam um pequeno trecho de vídeo junto com o alerta. Isso facilita a compreensão do que aconteceu, especialmente em eventos rápidos.
Áudio bidirecional
Câmeras e dispositivos com alto-falante permitem que o monitor fale com quem está no local. Em perímetros e entradas, uma mensagem de voz avisando que a pessoa está sendo filmada e que a polícia foi acionada costuma interromper tentativas de invasão.
Integração com iluminação e sirenes
O monitoramento remoto pode acionar saídas: acender refletores, disparar sirenes, abrir portões para a ronda. Essas ações devem ser usadas com critério e registradas.
Gravação local e gravação em nuvem
O gravador local continua sendo a base da maioria dos sistemas, porque grava todas as câmeras em alta resolução sem depender da internet. A gravação em nuvem funciona como complemento: guarda uma cópia das câmeras mais importantes ou dos eventos relevantes fora do imóvel. Assim, mesmo que o gravador seja danificado ou levado, as imagens críticas ficam preservadas. A combinação das duas abordagens oferece o melhor equilíbrio entre custo, qualidade e resiliência.
Quanto tempo leva para configurar
Em residências com sistema recente, a configuração do monitoramento remoto costuma ser feita em uma única visita. Em condomínios e empresas, depende do número de equipamentos, do estado da rede, da necessidade de atualizar firmware e da quantidade de usuários e regras. Sistemas instalados há muitos anos, com equipamentos sem suporte a acesso remoto seguro, podem precisar de atualização parcial antes da configuração. A ALLITEC informa o prazo após o levantamento.

Monitoramento remoto como parte de um contrato de manutenção
O monitoramento remoto também ajuda a manutenção. Com os alertas de saúde configurados, a ALLITEC pode ser notificada quando uma câmera perde sinal, quando um disco do gravador apresenta falha ou quando a central de alarme fica sem comunicação. Isso permite agir antes que o cliente perceba o problema. Em contratos de manutenção, esse acompanhamento reduz o tempo em que o sistema fica parcialmente fora de operação e dá ao síndico ou ao gestor a segurança de que os equipamentos estão sendo acompanhados.
Como solicitar
Envie pelo WhatsApp:
- O endereço e o tipo de imóvel.
- Os equipamentos existentes: marca e modelo do gravador, das câmeras e da central de alarme, se souber.
- Quem vai acompanhar o monitoramento e de que forma.
- O que você quer receber como alerta.
- Se há portaria ou central de monitoramento contratada.
A ALLITEC avalia o sistema e apresenta a proposta de configuração, com eventuais adequações necessárias.
Monitoramento remoto, portaria remota e central de monitoramento: as diferenças
Esses três termos costumam ser confundidos, e a confusão leva a contratações equivocadas. Vale esclarecer:
Monitoramento remoto é a capacidade técnica de acessar câmeras, alarmes e outros sistemas à distância e receber alertas. É uma configuração dos equipamentos, que pode ser usada pelo próprio cliente, pela portaria ou por uma central.
Central de monitoramento é um serviço prestado por uma empresa que mantém operadores 24 horas recebendo os eventos dos clientes, verificando as imagens e acionando os responsáveis, a ronda ou a polícia. A central usa o monitoramento remoto como ferramenta.
Portaria remota é um modelo de portaria em que o controle de acesso de pessoas e veículos é feito por uma central externa, com interfones, câmeras, fechaduras e portões comandados à distância. Ela substitui ou complementa o porteiro presencial e exige uma infraestrutura específica, com eclusas, redundâncias de comunicação e energia e procedimentos rigorosos.
A ALLITEC configura o monitoramento remoto, prepara os sistemas para comunicação com centrais de monitoramento e implanta a infraestrutura técnica de controle de acesso necessária para modelos de portaria remota ou híbrida. A escolha do modelo de portaria e da central de monitoramento é do cliente, e a ALLITEC orienta sobre os requisitos técnicos de cada opção.
Continuidade: o monitoramento não pode parar quando mais se precisa
Invasores experientes sabem que muitos sistemas dependem de energia e internet. Cortar a energia do imóvel ou o cabo da internet é uma tática conhecida. Um sistema de monitoramento remoto bem projetado prevê essas situações:
- Nobreak para gravador, switches, roteador e central de alarme, com autonomia compatível com o risco.
- Comunicação celular na central de alarme, independente do cabo de internet.
- Alerta de perda de comunicação: a central de monitoramento ou o aplicativo avisa quando o imóvel deixa de se comunicar, o que por si só já é um evento suspeito.
- Gravador em local protegido, para que não seja levado ou destruído durante uma invasão.
- Gravação em nuvem de câmeras críticas, como cópia de segurança das imagens mais importantes.
- Cabos protegidos em eletroduto e fora do alcance externo.
Com essas medidas, o monitoramento continua funcionando ou, no mínimo, sinaliza a falha, permitindo uma resposta adequada.
Situações do dia a dia em que o monitoramento remoto ajuda
A encomenda que sumiu. O morador informa que uma encomenda entregue na portaria desapareceu. O síndico busca na gravação, pelo celular, o horário da entrega e acompanha o caminho do pacote pelas câmeras, sem precisar ir ao condomínio.
O alarme que disparou de madrugada. O dono de um comércio recebe a notificação do disparo com a imagem da câmera do depósito. Vê que um gato entrou pela janela basculante. Desarma a zona pelo aplicativo e agenda a vedação da janela, sem acionar a polícia nem sair de casa.
O prestador que não apareceu. O gestor de uma empresa verifica, pelas câmeras da recepção, se a equipe de limpeza contratada chegou no horário combinado.
A câmera que parou. O zelador recebe o alerta de que a câmera da garagem perdeu sinal após uma chuva forte e aciona a manutenção no mesmo dia.
A viagem tranquila. A família viaja e acompanha a casa pelo aplicativo. Recebe alertas apenas quando alguém entra no quintal, com o alarme armado, e consegue ver que foi o jardineiro no dia combinado.
A tentativa no muro de fundo. A portaria do condomínio recebe o alerta da linha virtual no muro de fundo com o vídeo de uma pessoa tentando pular. O porteiro aciona a ronda e a polícia, e acompanha a movimentação pelas câmeras até a chegada da viatura.
Em todos esses casos, o valor está na combinação de câmeras bem posicionadas, alertas bem configurados, acesso seguro e um procedimento claro sobre o que fazer.
Resumo
O monitoramento remoto transforma câmeras e alarmes em uma ferramenta ativa de segurança e gestão. Para funcionar bem, ele precisa de infraestrutura estável, acesso seguro, alertas inteligentes, verificação por imagem, perfis de acesso bem definidos e procedimentos de resposta. A ALLITEC configura e mantém todo esse conjunto para condomínios, residências, comércios e indústrias de Campinas e região, em sistemas novos ou já existentes.
Se você já tem câmeras e alarme, mas não confia no acesso remoto ou recebe alertas demais, comece por uma revisão do sistema: muitas vezes, os equipamentos atuais entregam muito mais com a configuração correta.
