Uma instalação elétrica pensada para crianças
Em uma escola, a instalação elétrica tem um compromisso a mais: proteger crianças. Crianças são curiosas, tocam em tudo, colocam objetos em tomadas, correm pelos corredores, penduram-se em grades e não têm noção do perigo. Uma instalação que seria aceitável em um escritório pode ser perigosa em uma sala de educação infantil. Por isso, a elétrica escolar exige cuidados que vão além das normas gerais e que começam no projeto.

Ao mesmo tempo, a escola é um ambiente de trabalho e aprendizado que depende da energia para funcionar. Salas de aula com projetores e computadores, laboratórios de ciências e informática, cozinhas que preparam a merenda, quadras usadas em aulas e eventos, secretarias com sistemas administrativos, câmeras e controle de acesso na portaria. Uma falta de energia ou um disjuntor que desarma atrapalha a rotina de centenas de alunos e professores.
A ALLITEC atende escolas de educação infantil, berçários, escolas de ensino fundamental e médio, colégios com vários prédios, escolas de idiomas, escolas de música e cursos complementares em Campinas e em cidades num raio de até 50 quilômetros. Os serviços incluem instalação, adequação e manutenção elétrica, com atenção especial à segurança das crianças e com o planejamento de acordo com o calendário escolar.
O que inclui o serviço elétrico em escolas
Salas de aula. Iluminação adequada para leitura e escrita, tomadas seguras, alimentação de projetores, lousas digitais, televisores e computadores.
Educação infantil e berçário. Tomadas com proteção, posicionamento fora do alcance, iluminação suave, circuitos protegidos e cuidados redobrados em todos os detalhes.
Laboratórios. Ciências, informática, robótica e artes, com bancadas, circuitos dedicados e proteções.
Cozinha e refeitório. Fornos, fogões elétricos, geladeiras, freezers, coifas, lava-louças e equipamentos de preparo da merenda.
Quadras e áreas esportivas. Iluminação esportiva, alimentação de som e placares, vestiários e piscinas quando houver.
Áreas administrativas. Secretaria, diretoria, coordenação e sala dos professores.
Pátios e áreas externas. Iluminação de pátios, parquinhos, estacionamentos, portaria e fachada.
Segurança. Iluminação de emergência, sinalização de saídas, alimentação de câmeras, alarmes e controle de acesso.
Manutenção preventiva e corretiva. Inspeções, testes e atendimento a falhas, com prioridade para o que coloca as crianças em risco.
Segurança das crianças em primeiro lugar
A segurança elétrica em escolas segue a NBR 5410, mas a presença de crianças exige atenção a detalhes que fazem toda a diferença no dia a dia:
Tomadas com obturadores. As tomadas no padrão brasileiro podem ter obturadores, pequenas travas internas que só se abrem quando os dois pinos de um plugue são inseridos ao mesmo tempo. Isso impede que uma criança enfie um objeto em um dos furos. Em áreas infantis, todas as tomadas devem ter essa proteção.
Altura das tomadas. Nas salas de educação infantil e no berçário, as tomadas ficam em altura fora do alcance das crianças, normalmente acima de um metro e meio, exceto onde há um motivo técnico e proteção adequada.
Dispositivo diferencial residual. O DR desliga o circuito quando detecta uma fuga de corrente, como a que acontece quando alguém toca em uma parte energizada. É a principal proteção contra choques e é obrigatório em circuitos de tomadas de áreas molhadas e externas. Em escolas, a recomendação é ampliar o uso do DR para todos os circuitos de tomadas das áreas frequentadas por crianças.
Quadros trancados. Os quadros elétricos ficam fechados, com chave, em locais de acesso restrito, e nunca em corredores ou salas onde as crianças possam abri-los.
Sem fios expostos. Extensões, cabos soltos, emendas aparentes e fios pendurados são eliminados. Equipamentos como televisores e projetores têm a alimentação embutida ou protegida.
Luminárias fixas e protegidas. Luminárias bem fixadas, com difusores que protegem as lâmpadas, evitam acidentes com bolas nas quadras e nas salas de atividades.
Ventiladores e aparelhos fora do alcance. Ventiladores de parede e de teto ficam em altura segura, e seus comandos ficam em local que só os adultos alcançam.
Áreas molhadas. Banheiros infantis, fraldários, lavatórios e áreas de higiene têm proteção diferencial e cuidados com chuveiros e secadores de mão.
Esses cuidados parecem pequenos, mas evitam a maior parte dos acidentes elétricos envolvendo crianças. A ALLITEC faz uma vistoria de segurança focada nesses pontos e entrega um relatório com o que precisa ser corrigido, por ordem de prioridade.
Educação infantil e berçário
Berçários e salas de educação infantil merecem atenção especial. Bebês e crianças pequenas passam o dia no chão, engatinhando, brincando e explorando. Tudo o que está ao alcance delas precisa ser seguro.
Além das tomadas protegidas e altas, esses espaços têm necessidades próprias: aquecedores de mamadeira, esterilizadores, geladeiras para leite materno, umidificadores e aparelhos de ar-condicionado precisam de pontos de energia seguros e bem posicionados. A iluminação deve ser suave, sem ofuscamento, com possibilidade de reduzir a luz na hora do sono. Babás eletrônicas e câmeras para os pais acompanharem os filhos, quando a escola oferece, precisam de alimentação estável e cabeamento escondido.
Nos fraldários e banheiros infantis, os chuveiros e as duchas para higiene precisam de circuitos dedicados, com proteção diferencial de alta sensibilidade, e a temperatura da água deve ser controlada para evitar queimaduras.
Salas de aula do ensino fundamental e médio
As salas de aula das séries mais avançadas têm cada vez mais tecnologia: projetores, lousas digitais, televisores, caixas de som, computadores do professor e, em muitas escolas, notebooks e tablets para os alunos. A instalação elétrica precisa acompanhar.
Iluminação. A iluminação da sala de aula deve ser uniforme e adequada para leitura e escrita. Luz insuficiente cansa a vista e prejudica a concentração. A modernização com LED melhora a qualidade da luz e reduz o consumo. Circuitos separados para a área da lousa permitem reduzir a luz durante as projeções sem deixar os alunos no escuro.
Pontos para tecnologia. Tomada no teto para o projetor, tomadas na mesa do professor, ponto para a lousa digital ou televisor e alimentação para o sistema de som. Quando a escola usa carrinhos de recarga de notebooks ou tablets, eles precisam de circuito dedicado.
Ventilação e climatização. Ventiladores ou aparelhos de ar-condicionado com circuitos próprios. Em Campinas, onde o verão é quente, a climatização faz diferença no rendimento dos alunos.
Padronização. Quando todas as salas seguem o mesmo padrão de instalação, a manutenção fica mais simples e rápida.
Laboratórios de ciências, informática e robótica
Laboratórios escolares atendem alunos que ainda estão aprendendo a lidar com equipamentos. A segurança precisa ser reforçada.
Laboratório de ciências. Bancadas com tomadas protegidas, pias com proteção diferencial nas tomadas próximas, alimentação de microscópios, estufas, geladeiras para reagentes e, quando há, capela de exaustão. Um botão de desligamento de emergência, acessível ao professor, permite cortar a energia das bancadas em caso de acidente.
Laboratório de informática. Circuitos dimensionados para a quantidade de computadores, separados do ar-condicionado, com aterramento de qualidade. Os cabos ficam organizados sob as bancadas, longe dos pés dos alunos.
Laboratório de robótica e maker. Ferramentas elétricas, impressoras 3D, cortadoras a laser, ferros de solda e kits de eletrônica. Tomadas suficientes nas bancadas, circuitos com proteção e exaustão para impressoras e cortadoras.
Sala de artes e música. Fornos para cerâmica, quando há, exigem circuitos de alta potência. Salas de música têm equipamentos de som e instrumentos elétricos que precisam de aterramento para evitar ruídos.
Cozinha e refeitório
A cozinha da escola prepara a merenda ou as refeições de centenas de alunos todos os dias, em horários fixos. Uma falha elétrica na cozinha atrasa o almoço e desorganiza a rotina da escola inteira.
Os equipamentos de cozinha escolar incluem fornos, fogões, chapas, fritadeiras, caldeirões, liquidificadores industriais, batedeiras, geladeiras, freezers, câmaras frias, coifas e lava-louças. Muitos são de alta potência e trifásicos, e precisam de circuitos dedicados, bem dimensionados, com tomadas industriais de encaixe firme. A cozinha é um ambiente úmido e quente, com vapor, gordura e limpeza frequente com água, o que exige tomadas e luminárias com grau de proteção adequado e proteção diferencial.
As geladeiras e freezers que guardam alimentos merecem atenção especial. Se ficarem sem energia durante a noite ou no fim de semana, os alimentos podem estragar, com prejuízo e risco à saúde. Circuitos dedicados e, quando necessário, alarmes de falta de energia evitam a perda.
A iluminação da cozinha deve ser intensa e uniforme, com luminárias fechadas e fáceis de limpar, como exige a vigilância sanitária.
Quadras, ginásios e piscinas
A quadra é o espaço das aulas de educação física, dos campeonatos internos, das festas juninas, das formaturas e das apresentações para os pais. A iluminação esportiva precisa ser uniforme, sem sombras e sem ofuscar os alunos. Os projetores ficam em altura, protegidos contra boladas por grades ou modelos resistentes a impacto. A modernização com LED reduz o consumo e acende na hora, sem a espera das lâmpadas antigas.
Em eventos, a quadra recebe equipamentos de som, iluminação decorativa e, às vezes, telões. Um quadro com tomadas industriais e potência conhecida, posicionado em local de fácil acesso para a equipe da escola, evita extensões improvisadas e sobrecargas nos circuitos das salas.
Escolas com piscina precisam seguir as regras específicas da NBR 5410 para esse tipo de local: iluminação subaquática em extra-baixa tensão, proteção diferencial de alta sensibilidade, equipotencialização das partes metálicas e cuidado com a casa de máquinas, onde ficam as bombas e os filtros. Vestiários com chuveiros elétricos precisam de circuitos dimensionados para o uso simultâneo nos horários de aula.
Pátios, parquinhos e áreas externas
Os pátios e parquinhos são as áreas onde as crianças passam o recreio, correm e brincam. A elétrica nessas áreas precisa ser discreta e segura: postes e luminárias bem fixados, sem fiação exposta, tomadas externas protegidas e com tampa, quadros externos trancados e caixas de passagem fechadas.
A iluminação externa é importante para a segurança na entrada e saída dos alunos, principalmente no inverno, quando escurece mais cedo, e nas escolas com turmas no período noturno. A portaria, as calçadas, o estacionamento e o local de embarque e desembarque precisam ser bem iluminados. A iluminação da fachada e dos muros também ajuda na segurança patrimonial durante a noite e nos fins de semana, e melhora as imagens das câmeras.
Portaria, câmeras e controle de acesso
A segurança na entrada e saída dos alunos é uma preocupação de todas as escolas. Câmeras, controle de acesso, catracas, interfones, portões automáticos e sistemas de identificação dos responsáveis fazem parte da rotina. Todos dependem de energia elétrica, e uma falha na hora da saída pode criar filas, confusão e riscos.

A ALLITEC também atua com segurança eletrônica e pode planejar a alimentação desses sistemas junto com a instalação elétrica: circuitos dedicados, nobreak para manter câmeras, gravador e controle de acesso funcionando nas faltas de energia, e infraestrutura de cabos organizada. Com um único responsável pela elétrica e pela segurança eletrônica, os problemas são resolvidos mais rápido e não há empurra-empurra entre fornecedores.
Iluminação de emergência e rotas de fuga
Em caso de falta de energia ou de emergência, centenas de crianças precisam sair dos prédios com segurança, muitas vezes guiadas por professores em corredores e escadas. A iluminação de emergência e a sinalização de rotas de fuga são exigidas pelo Corpo de Bombeiros e são essenciais em escolas.
Os blocos autônomos de iluminação de emergência têm baterias que se desgastam com o tempo. Um bloco que acende no teste do botão pode não manter a luz pelo tempo exigido. A manutenção inclui o teste periódico de todos os blocos, com a simulação da falta de energia, a troca das baterias desgastadas e a verificação das placas de sinalização. Nos simulados de evacuação, que muitas escolas realizam, a iluminação de emergência deve ser verificada como parte do exercício.
Obras nas férias escolares
As férias de janeiro e de julho são o período das grandes intervenções: troca da iluminação por LED, reforma das salas, ampliação de circuitos para ar-condicionado, adequação da cozinha, troca de quadros antigos, adequações para o Corpo de Bombeiros. O prazo é rígido, porque as aulas voltam na data marcada e as famílias esperam encontrar a escola pronta.
O planejamento começa antes:
- Levantamento das necessidades com a direção e a manutenção da escola, de preferência no semestre anterior.
- Definição do escopo e das prioridades, com o que é obrigatório e o que pode ficar para depois.
- Compra antecipada dos materiais, especialmente quadros, luminárias e equipamentos com prazo de entrega longo.
- Cronograma detalhado, com a ordem das salas e a coordenação com pintura, marcenaria e outros serviços.
- Execução com equipe dimensionada para o prazo.
- Testes, limpeza e entrega antes da semana de planejamento dos professores.
Nos recessos menores, como feriados prolongados, também é possível executar serviços pontuais que exigem desligamento.
Manutenção durante o ano letivo
Com as aulas acontecendo, a manutenção precisa respeitar a rotina da escola. Inspeções visuais e medições podem ser feitas sem desligar nada. Serviços que exigem desligamento, que fazem barulho ou que precisam isolar áreas são feitos depois do horário das aulas, nos fins de semana ou nos recessos. Nenhum serviço é feito com crianças por perto: a área de trabalho é isolada e sinalizada, e ferramentas e materiais não ficam ao alcance dos alunos.
Os chamados corretivos mais comuns durante o ano letivo são salas sem luz, tomadas que não funcionam, projetores sem energia, disjuntores que desarmam com o ar-condicionado e problemas na cozinha. O atendimento rápido evita que uma sala fique sem aula ou que a merenda atrase.
Rotina de manutenção preventiva
Mensal. Ronda de iluminação nas salas, corredores, quadra e áreas externas, verificação visual das tomadas das áreas infantis, inspeção visual dos quadros.
Trimestral. Teste dos dispositivos diferenciais pelo botão de teste, teste da iluminação de emergência, verificação dos circuitos da cozinha.
Semestral, nos recessos. Termografia dos quadros, reaperto programado das conexões, verificação das proteções contra surtos, vistoria completa de segurança nas áreas infantis.
Anual, nas férias. Medição do aterramento, revisão da documentação, execução das melhorias planejadas.
Eficiência energética na escola
A conta de energia pesa no orçamento das escolas, especialmente das particulares, que precisam equilibrar as mensalidades. As principais medidas de economia são:
Iluminação LED. A troca das lâmpadas fluorescentes por LED reduz bastante o consumo da iluminação, que em escolas é uma das maiores cargas, e diminui a manutenção.
Sensores de presença. Em banheiros, corredores, depósitos e salas pouco usadas, os sensores evitam que a luz fique acesa sem ninguém.
Controle do ar-condicionado. Programação dos aparelhos de acordo com a grade de horários, temperatura padrão e desligamento automático no fim do dia.
Desligamento no fim do expediente. Circuitos de equipamentos que podem ser desligados à noite e nos fins de semana, como bebedouros elétricos e carregadores, podem ter comando centralizado.
Energia solar. Escolas com telhados grandes e bem posicionados podem estudar a geração solar, que funciona principalmente durante o dia, justamente no horário de aulas.
Educação para a sustentabilidade. A própria economia de energia pode virar tema de aula, com os alunos acompanhando o consumo da escola.
Normas e documentação
A instalação elétrica de uma escola segue a NBR 5410 e deve ser executada por profissionais qualificados, de acordo com a NR-10. Para o auto de vistoria do Corpo de Bombeiros, a escola precisa de iluminação de emergência, sinalização, alarme de incêndio quando exigido e, em muitos casos, atestado ou laudo das instalações elétricas e do sistema de proteção contra descargas atmosféricas. A vigilância sanitária fiscaliza a cozinha e os refeitórios, e as secretarias de educação e os órgãos que autorizam o funcionamento da escola também podem pedir documentos sobre as condições do prédio.
A ALLITEC executa as adequações necessárias e emite relatórios técnicos das instalações de baixa tensão, com a identificação dos quadros e circuitos, ajudando a escola a manter a documentação em ordem.
Escolas em prédios adaptados
Muitas escolas, especialmente as de educação infantil e as escolas de idiomas, funcionam em casas ou prédios comerciais adaptados. Esses imóveis foram construídos para outro uso, com instalação elétrica dimensionada para uma residência ou um escritório. Quando viram escola, recebem mais gente, mais equipamentos e mais aparelhos de ar-condicionado, e a instalação antiga não aguenta.

Os sinais mais comuns são disjuntores que desarmam com frequência, tomadas e fios esquentando, luzes que piscam quando os aparelhos ligam e quadros antigos com fusíveis ou sem proteção diferencial. Antes de abrir uma escola em um imóvel adaptado, ou ao perceber esses sinais, é importante fazer uma avaliação completa da instalação. Muitas vezes é necessário aumentar a carga junto à concessionária, trocar o quadro, refazer circuitos e instalar as proteções exigidas. A ALLITEC faz essa avaliação e propõe a adequação por etapas, de acordo com o orçamento da escola.
Secretaria, biblioteca e sala dos professores
As áreas administrativas da escola concentram computadores, impressoras, servidores, sistemas de gestão escolar, telefones e equipamentos de rede. Uma queda de energia no meio do período de matrículas ou do fechamento de notas pode causar perda de trabalho e atrasos. Circuitos dedicados para os computadores, separados do ar-condicionado e da copa, aterramento de qualidade e nobreak para o servidor e o rack de rede protegem os dados e mantêm a escola funcionando.
A biblioteca precisa de iluminação confortável para leitura, sem reflexos nas mesas, e de tomadas para os computadores de pesquisa. A sala dos professores costuma ter copa com micro-ondas, cafeteira e geladeira, além de computadores e carregadores, e muitas vezes sofre com tomadas insuficientes e benjamins. Um levantamento simples dos equipamentos usados em cada área permite dimensionar os pontos corretamente.
Rede, Wi-Fi e tecnologia educacional
Escolas usam cada vez mais plataformas digitais, provas on-line, aplicativos de comunicação com as famílias e Wi-Fi para alunos e professores. Os pontos de acesso Wi-Fi espalhados pelas salas, os switches e o rack principal precisam de energia estável e protegida. A ALLITEC trabalha com cabeamento estruturado e redes, o que permite planejar a elétrica e a rede juntas: pontos de energia e de dados no mesmo lugar, racks com nobreak e aterramento, proteção contra surtos nos cabos que saem para áreas externas e infraestrutura preparada para crescer.
Festas, eventos e apresentações
Festas juninas, feiras de ciências, mostras culturais, formaturas e apresentações de fim de ano fazem parte do calendário escolar. Nesses dias, a escola recebe barracas com equipamentos elétricos, som, iluminação decorativa, máquinas de algodão-doce e pipoca, chapas e fritadeiras. Sem planejamento, tudo acaba ligado em extensões puxadas das salas, com risco de sobrecarga, desarmes no meio da festa e, pior, de choques e incêndios.
Uma instalação preparada para eventos inclui tomadas externas protegidas em pontos estratégicos do pátio e da quadra, um quadro para eventos com circuitos identificados e proteção diferencial, e uma orientação clara para a equipe da escola sobre quanto cada ponto suporta. Antes de grandes eventos, a ALLITEC pode fazer uma verificação da instalação e, se necessário, montar pontos provisórios seguros, com cabos adequados e proteção, desmontados depois da festa.
Acessibilidade
As escolas devem receber alunos com deficiência e mobilidade reduzida. A elétrica contribui com elevadores e plataformas elevatórias em funcionamento, iluminação adequada nas rotas acessíveis, interruptores e campainhas em altura acessível, sinalização visual de alarmes para alunos com deficiência auditiva e alimentação de equipamentos de tecnologia assistiva nas salas de recursos. Em reformas, esses pontos são considerados desde o início, seguindo o projeto de acessibilidade da escola.
Situações comuns em escolas
Tomada sem proteção em sala infantil. Troca por tomada com obturador e reposicionamento em altura segura.
Disjuntor desarmando com o ar-condicionado. Circuito compartilhado ou subdimensionado. A instalação de circuitos dedicados resolve.
Cozinha sem energia na hora do almoço. Sobrecarga ou mau contato em tomada de equipamento de alta potência.
Quadra mal iluminada nos eventos. Projetores antigos queimados ou insuficientes. A modernização com LED resolve.
Blocos de emergência sem bateria. Descoberto apenas na vistoria dos bombeiros. O teste periódico evita a surpresa.
Extensões espalhadas pelas salas. Sinal de que faltam tomadas. A instalação de novos pontos elimina o risco.
Bebedouro dando choque. Falta de aterramento ou defeito no equipamento. O aterramento correto e a proteção diferencial no circuito eliminam o risco, e o bebedouro é avaliado antes de voltar a ser usado.
Portão automático parado na hora da saída. Problema na alimentação ou falta de nobreak. Um circuito dedicado e protegido evita filas e confusão na portaria.
Sinais de que a instalação da escola precisa de atenção
Alguns sinais indicam que a elétrica da escola precisa ser avaliada com urgência, antes que um problema maior aconteça:
- disjuntores que desarmam com frequência, principalmente quando os aparelhos de ar-condicionado ligam;
- tomadas, plugues ou espelhos de tomada quentes, escurecidos ou com marcas de queimado;
- cheiro de plástico queimado perto de quadros ou tomadas;
- luzes que piscam ou enfraquecem quando um equipamento é ligado;
- pequenos choques ao tocar em equipamentos metálicos, bebedouros ou torneiras;
- quadros antigos com fusíveis, sem identificação dos circuitos ou sem dispositivo diferencial;
- extensões e benjamins usados de forma permanente nas salas e na cozinha;
- fios aparentes, emendas expostas e caixas de passagem sem tampa.
Qualquer um desses sinais merece uma visita técnica. Em uma escola, um choque elétrico envolvendo uma criança ou um princípio de incêndio é um risco que não pode ser corrido.
Contrato de manutenção para escolas
Para escolas com vários prédios ou muitas salas, um contrato de manutenção traz previsibilidade. As visitas preventivas seguem um cronograma combinado com a direção, respeitando o calendário escolar, e os chamados corretivos têm prazo de atendimento definido. A equipe da ALLITEC passa a conhecer a escola, seus quadros e seus pontos críticos, o que agiliza os atendimentos. Ao final de cada semestre, a escola recebe um relatório com o que foi feito e as melhorias recomendadas para as próximas férias, o que ajuda a planejar o orçamento de manutenção com antecedência.
Comunicação com as famílias
Muitas famílias perguntam sobre a segurança da escola antes de matricular os filhos. Uma instalação elétrica em dia, com relatório técnico, iluminação de emergência testada e tomadas protegidas nas áreas infantis, é um argumento concreto que a direção pode apresentar. Quando uma reforma elétrica é feita nas férias, comunicar às famílias o que foi melhorado, como a nova iluminação das salas ou a adequação de segurança das áreas infantis, mostra o cuidado da escola com os alunos e reforça a confiança. A ALLITEC entrega a documentação de forma clara, para que a escola possa usá-la também nessa comunicação, quando desejar.
Como funciona o atendimento da ALLITEC
Contato. A escola descreve a necessidade pelo formulário ou pelo WhatsApp.
Visita técnica. Um técnico visita a escola, de preferência fora do horário de aulas, e levanta as informações.
Proposta. A ALLITEC envia a proposta por escrito, com escopo, prazo e condições. Para saber o valor do seu caso, solicite seu orçamento agora pelo formulário no fim desta página ou pelo WhatsApp.
Planejamento. As intervenções são programadas de acordo com o calendário escolar.
Execução. A equipe executa o serviço seguindo a NR-10, com a área isolada e sem crianças por perto.
Entrega. A escola recebe o relatório, a documentação atualizada e as orientações necessárias.
Escolas atendidas em Campinas e região
A ALLITEC é sediada em Campinas e atende escolas num raio de até 50 quilômetros, incluindo Valinhos, Vinhedo, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Indaiatuba, Americana, Jaguariúna, Itatiba, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste, Pedreira, Amparo e Jundiaí. Atendemos escolas particulares, escolas confessionais, escolas de idiomas e cursos livres, berçários e escolas de educação infantil.
Resumo
Serviços elétricos para escolas exigem um cuidado especial com a segurança das crianças: tomadas protegidas e em altura adequada, proteção diferencial, quadros trancados e nenhum fio exposto. Além disso, envolvem salas de aula preparadas para a tecnologia, laboratórios seguros, cozinha confiável, quadras bem iluminadas, iluminação de emergência em dia e obras planejadas para as férias. Uma elétrica bem cuidada dá tranquilidade à direção, aos professores e às famílias. E, com manutenção preventiva e documentação organizada, a escola atravessa as vistorias sem sustos e o ano letivo sem interrupções.
A ALLITEC atende escolas de Campinas e região com equipe própria e planejamento de acordo com o calendário escolar. Solicite seu orçamento agora e agende uma vistoria de segurança elétrica.
