Logística não para, e a elétrica também não pode parar
A região de Campinas é um dos maiores polos logísticos do Brasil. A combinação do Aeroporto Internacional de Viracopos com as rodovias Anhanguera, Bandeirantes, Dom Pedro I e Santos Dumont atraiu centros de distribuição de varejo, comércio eletrônico, indústria farmacêutica, alimentos, autopeças e operadores logísticos. Muitos desses centros operam 24 horas por dia, sete dias por semana, e qualquer parada custa caro: caminhões esperando nas docas, pedidos atrasados, produtos refrigerados em risco e clientes insatisfeitos.
A energia elétrica está por trás de tudo isso. Ela ilumina os armazéns e os pátios, movimenta as niveladoras e portas das docas, carrega as baterias das empilhadeiras, alimenta esteiras e sorters, mantém as câmaras frias, liga os sistemas de gerenciamento de armazém e faz funcionar as portarias, as cancelas e as câmeras. Uma falha elétrica em um centro logístico raramente fica restrita a um ponto: ela costuma afetar a operação inteira.
A ALLITEC atende centros de distribuição, condomínios logísticos, armazéns e operadores logísticos de Campinas e de cidades num raio de até 50 quilômetros. Os serviços incluem instalação, adequação e manutenção elétrica de baixa tensão, com foco nas necessidades específicas da logística: docas, salas de carregamento de baterias, iluminação em altura, pátios, portarias e manutenção planejada para não interromper a operação.
O que inclui o serviço elétrico em centros logísticos
Docas. Alimentação e manutenção elétrica de niveladoras, portas seccionais e rápidas, abrigos de doca, semáforos de doca, iluminação de carga e tomadas para equipamentos.

Salas de carregamento de baterias. Alimentação dos carregadores de empilhadeiras e paleteiras elétricas, quadros dedicados, proteções, iluminação e tomadas adequadas ao ambiente.
Iluminação de armazéns. Projeto, modernização e manutenção da iluminação em altura, entre porta-paletes e em áreas de separação, com LED, sensores e setorização.
Pátios e áreas externas. Iluminação de pátios de manobra, estacionamentos de carretas, vias internas e perímetro.
Quadros e distribuição. Organização, ampliação e manutenção dos quadros gerais e setoriais.
Sistemas de movimentação. Alimentação elétrica de esteiras, sorters e equipamentos de automação, em conjunto com os fornecedores dos sistemas.
Câmaras frias e áreas climatizadas. Alimentação dos sistemas de refrigeração, iluminação adequada a baixas temperaturas e proteção dos circuitos.
Portarias e segurança. Alimentação de portarias, cancelas, balanças, câmeras e controle de acesso.
Manutenção preventiva e corretiva. Termografia, medições, reaperto, limpeza de quadros e atendimento a falhas.
Docas: o ponto mais crítico da operação
As docas são o coração de um centro logístico. É por elas que entram e saem as mercadorias, e cada doca parada significa um caminhão esperando. Os equipamentos das docas trabalham muito: niveladoras sobem e descem dezenas de vezes por dia, portas abrem e fecham sem parar, e a iluminação de carga fica ligada durante toda a operação.
Os problemas elétricos mais comuns nas docas são:
- niveladoras que não sobem por falha no motor, no comando ou na alimentação;
- portas que travam por problemas nos sensores, nos comandos ou nos circuitos;
- quadros de comando danificados por impacto de empilhadeiras;
- cabos rompidos ou desgastados pelo movimento dos equipamentos;
- tomadas e iluminação de carga danificadas;
- infiltração de água em caixas e eletrodutos externos.
A manutenção elétrica das docas inclui a verificação dos quadros de comando, dos circuitos de alimentação, das conexões e das proteções. Em conjunto com os fornecedores das niveladoras e portas, que cuidam da parte mecânica e hidráulica, a ALLITEC garante que a energia chegue aos equipamentos de forma segura e confiável. Protetores de impacto para quadros e tomadas e o encaminhamento correto dos cabos reduzem muito os danos causados pela movimentação de empilhadeiras.
Salas de carregamento de baterias
Empilhadeiras e paleteiras elétricas são essenciais na logística. As baterias tradicionais de chumbo-ácido são carregadas em salas específicas, com carregadores que ficam ligados por várias horas. As baterias de lítio, cada vez mais comuns, permitem cargas de oportunidade durante os intervalos, mas também exigem infraestrutura elétrica adequada.
A sala de carregamento precisa de cuidados especiais:
Alimentação dos carregadores. Cada carregador precisa de circuito dimensionado de acordo com sua potência, com proteções adequadas. Uma sala com muitos carregadores representa uma carga significativa, que precisa ser considerada no quadro e na entrada de energia.
Ventilação. Baterias de chumbo-ácido liberam gases durante a carga, que exigem ventilação adequada. A instalação elétrica precisa considerar esse ambiente, com equipamentos adequados e posicionamento correto.
Proteção contra corrosão. Os vapores das baterias são corrosivos. Quadros, conexões e luminárias precisam resistir a esse ambiente.
Organização. Cabos dos carregadores bem encaminhados, tomadas identificadas e espaço para circulação evitam acidentes.
Proteção diferencial e aterramento. Indispensáveis para a segurança dos operadores.
A ALLITEC trabalha em conjunto com o fornecedor dos carregadores, que define as especificações dos equipamentos, e com a área de segurança do centro logístico, que define os procedimentos da sala.
Iluminação de armazéns em altura
A iluminação de um armazém tem desafios próprios. Os pés-direitos são altos, muitas vezes acima de 10 ou 12 metros. Os porta-paletes formam corredores estreitos e altos, que exigem luz vertical para que os operadores leiam etiquetas nas posições superiores. A operação de empilhadeiras exige boa uniformidade, sem áreas escuras. E a iluminação fica ligada por muitas horas, o que pesa na conta de energia.

A modernização com LED traz grandes ganhos em armazéns:
- redução expressiva do consumo em relação a sistemas antigos de vapor metálico;
- acendimento instantâneo, permitindo desligar áreas sem uso sem esperar o reacendimento;
- uso de sensores de presença nos corredores, que acendem a luz quando uma empilhadeira entra e reduzem quando o corredor fica vazio;
- luminárias com ótica específica para corredores, que direcionam a luz para as prateleiras;
- vida útil longa, reduzindo trocas em altura.
O projeto de iluminação considera o layout dos porta-paletes, a altura de instalação, os níveis de iluminância para cada atividade, como recebimento, armazenagem, separação e expedição, e a integração com a luz natural de telhas translúcidas. Quando o layout muda, a iluminação precisa acompanhar, e luminárias instaladas em perfilados ou trilhos facilitam o reposicionamento.
A troca da iluminação em altura exige plataformas elevatórias e planejamento para não atrapalhar a operação. O trabalho é feito por setores, nos horários combinados, com isolamento das áreas de trabalho.
Pátios, vias e perímetro
Os pátios de manobra, estacionamentos de carretas e vias internas recebem caminhões a qualquer hora. Iluminação deficiente nesses espaços aumenta o risco de acidentes com pedestres e veículos e facilita furtos de carga. A iluminação externa precisa ser bem distribuída, resistente às intempéries e protegida contra surtos.
Os serviços incluem a instalação e manutenção de postes e projetores, a revisão das caixas de passagem e conexões enterradas, que podem acumular água, a proteção contra surtos nos circuitos externos e os comandos por fotocélula ou programação horária. A iluminação do perímetro também apoia o sistema de câmeras, melhorando a qualidade das imagens noturnas.
Câmaras frias e áreas climatizadas
Centros de distribuição de alimentos, medicamentos e outros produtos sensíveis têm câmaras frias, antecâmaras e áreas climatizadas. A refrigeração não pode parar: uma falha elétrica prolongada pode comprometer toneladas de produtos.
Os cuidados elétricos nessas áreas incluem:
- alimentação confiável dos sistemas de refrigeração, com circuitos bem dimensionados e protegidos;
- iluminação adequada para baixas temperaturas, com luminárias projetadas para esse ambiente;
- passagem de cabos pelas paredes isolantes sem comprometer a vedação térmica;
- alimentação de portas rápidas, cortinas de ar e resistências de degelo;
- alarmes de temperatura e falta de energia;
- prioridade das cargas de refrigeração no gerador, quando houver.
Energia de emergência e geradores
Muitos centros logísticos têm grupos geradores para manter a operação em caso de falta de energia. O gerador pode alimentar a instalação inteira ou apenas as cargas essenciais, como câmaras frias, sistemas de informação, iluminação parcial, portarias e segurança.
A ALLITEC verifica os quadros de transferência, a separação das cargas por prioridade, o dimensionamento dos circuitos de emergência e acompanha os testes de transferência. A manutenção mecânica do gerador fica com o fornecedor especializado. Servidores e sistemas de gerenciamento de armazém costumam ser alimentados por nobreaks, que garantem a continuidade durante a partida do gerador.
A iluminação de emergência e a sinalização de rotas de fuga também fazem parte da segurança contra incêndio e são verificadas pelo Corpo de Bombeiros nas vistorias.
Esteiras, sorters e automação
Centros de distribuição de comércio eletrônico e varejo usam cada vez mais sistemas automatizados de movimentação: esteiras, sorters, transelevadores e robôs. Esses sistemas têm muitos motores, inversores e controladores, e são sensíveis à qualidade da energia. Variações de tensão, harmônicas e falhas de aterramento podem causar paradas e danos.
A ALLITEC cuida da alimentação elétrica desses sistemas: quadros de alimentação, circuitos, proteções, aterramento e proteção contra surtos. A automação, a programação e a manutenção mecânica ficam com os fornecedores dos sistemas, e o trabalho é feito em conjunto. Em instalações novas, a infraestrutura elétrica é planejada com antecedência, com eletrocalhas, quadros e circuitos prontos para receber os equipamentos.
Quadros e distribuição em galpões logísticos
Os galpões logísticos modernos costumam ter uma distribuição elétrica bem planejada na entrega, mas ela muda rapidamente conforme a operação se adapta. Novas docas, mais carregadores, mudança de layout dos porta-paletes, escritórios mezanino, áreas de embalagem e refeitórios exigem novos circuitos. Sem planejamento, os quadros ficam desorganizados e sobrecarregados.
A manutenção dos quadros inclui o levantamento e a identificação de todos os circuitos, a medição das correntes para verificar a carga real, a termografia para encontrar conexões aquecidas, o reaperto programado e a atualização dos diagramas. Quando a carga cresce além da capacidade do quadro, a solução pode ser um novo quadro setorial ou a ampliação do existente.
Condomínios logísticos: administração e operadores
Muitos centros logísticos da região funcionam em condomínios, com vários módulos ocupados por diferentes operadores. A administração do condomínio cuida das áreas comuns, como portaria, vias, pátios, iluminação externa, segurança e infraestrutura geral. Cada operador cuida da instalação dentro do seu módulo.

A ALLITEC atende os dois lados. Para a administração, faz a manutenção das áreas comuns, da iluminação externa, das portarias e da infraestrutura compartilhada. Para os operadores, faz as adequações elétricas de cada módulo para a operação específica, como salas de carregamento, iluminação, escritórios e docas, seguindo as regras técnicas do condomínio. Quando um operador sai e outro entra, a adequação do módulo para a nova operação costuma ter prazo apertado, e o planejamento antecipado faz diferença.
Segurança: NR-10 e convivência com a operação
Trabalhar em um centro logístico em funcionamento exige atenção redobrada. Além dos riscos elétricos, a equipe convive com empilhadeiras, caminhões, paleteiras e pessoas circulando. Os serviços seguem a NR-10, com desenergização, bloqueio e etiquetagem, uso de equipamentos de proteção e profissionais capacitados. Também seguem as regras de segurança do centro logístico: integração, uso de colete refletivo, respeito às faixas de pedestres, isolamento das áreas de trabalho e comunicação com os líderes de operação.
O trabalho em altura, comum na troca de iluminação, segue os procedimentos de segurança específicos, com plataformas adequadas, operadores habilitados e isolamento da área abaixo.
Manutenção preventiva
A rotina de manutenção preventiva de um centro logístico costuma incluir:
Semanal ou quinzenal. Ronda de iluminação nos armazéns, docas e pátios, com troca de luminárias queimadas, e inspeção visual dos quadros das docas e das salas de carregamento.
Mensal. Verificação das tomadas e quadros das docas, inspeção das salas de carregamento, teste da iluminação de emergência por amostragem.
Trimestral. Termografia dos quadros gerais, setoriais e das salas de carregamento, medição de correntes, verificação dos dispositivos de proteção contra surtos.
Semestral. Reaperto programado, teste dos dispositivos diferenciais, revisão das caixas de passagem externas.
Anual. Medição da resistência de aterramento, revisão da documentação e planejamento de melhorias.
Manutenção corretiva e atendimento rápido
Quando algo para em um centro logístico, cada minuto conta. Uma doca sem energia, um setor apagado ou uma sala de carregamento desligada afetam a operação imediatamente. O contrato de manutenção define prazos de atendimento por nível de urgência e pode prever atendimento em horários estendidos, acompanhando os turnos da operação.
O atendimento corretivo começa pela segurança, isolando o problema, segue para o diagnóstico da causa, o restabelecimento da operação, com solução provisória segura quando necessário, e a correção definitiva. Cada ocorrência é registrada, criando um histórico que ajuda a identificar pontos fracos da instalação.
Eficiência energética
Em centros logísticos, a iluminação costuma ser a maior parte do consumo, seguida pela refrigeração, quando há câmaras frias, e pelo carregamento de baterias. As principais medidas de eficiência são a iluminação LED com sensores por corredor, o aproveitamento da luz natural, a programação de horários para iluminação externa e equipamentos, a carga das baterias em horários de tarifa mais baixa, quando o contrato de energia permite, e a correção do fator de potência. O monitoramento do consumo por setor mostra onde estão as maiores oportunidades.
Situações comuns em centros logísticos
Doca parada por falta de energia. Muitas vezes, um quadro de comando danificado por impacto ou um cabo rompido. A correção rápida e a instalação de proteções contra impacto evitam a repetição.
Disjuntor da sala de carregamento desarmando. Mais carregadores foram adicionados sem revisar o circuito. O levantamento da carga e a adequação do quadro resolvem o problema.
Corredores escuros entre porta-paletes. Mudança de layout sem ajuste da iluminação. O reposicionamento das luminárias ou a instalação de luminárias específicas para corredores corrige a situação.
Iluminação do pátio apagando com chuva. Infiltração em caixas de passagem e conexões externas. A revisão das conexões e a vedação adequada resolvem.
Equipamentos queimados após tempestade. Falta ou falha de proteção contra surtos nas portarias, cancelas e câmeras.
Conta de energia alta. Iluminação antiga e ligada o tempo todo. A modernização com LED e sensores tem retorno rápido.
Portarias, balanças e controle de veículos
A portaria de um centro logístico é por onde passam todos os caminhões, motoristas, visitantes e funcionários. Ela concentra equipamentos que dependem da elétrica: cancelas, balanças rodoviárias, leitores de placas, câmeras, controle de acesso de pedestres, interfones, computadores e impressoras para emissão de documentos. Se a portaria para, a operação inteira fica travada, com filas de caminhões na entrada e na saída.
Os cuidados elétricos na portaria incluem circuitos dedicados para os equipamentos críticos, nobreak para manter cancelas, câmeras, computadores e controle de acesso funcionando em quedas de energia, proteção contra surtos em todos os equipamentos externos, aterramento adequado e iluminação de qualidade na área de inspeção de veículos. Balanças rodoviárias têm células de carga e indicadores eletrônicos sensíveis a surtos, e a proteção desses equipamentos evita prejuízos e paradas. A ALLITEC também atua em segurança eletrônica, o que permite cuidar da alimentação e dos próprios sistemas da portaria de forma integrada.
Escritórios, mezaninos e áreas de apoio
Além do armazém, um centro logístico tem escritórios administrativos, salas de controle, refeitórios, vestiários, ambulatórios e áreas de descanso para motoristas. Muitas vezes, esses espaços ficam em mezaninos construídos depois da ocupação do galpão, com instalações elétricas feitas às pressas. Os problemas mais comuns são tomadas insuficientes, uso de extensões, circuitos sobrecarregados por aparelhos de ar-condicionado, micro-ondas e cafeteiras, e quadros improvisados.
A adequação dessas áreas segue a NBR 5410, com circuitos separados para iluminação, tomadas de uso geral, tomadas de uso específico e ar-condicionado, proteção diferencial onde exigida e quadros organizados e identificados. Nos escritórios, a infraestrutura elétrica é planejada junto com a rede de dados, com eletrocalhas separadas para energia e dados e circuitos estabilizados para os computadores quando necessário.
Adequação do galpão para uma nova operação
Quando um operador logístico assume um galpão, seja em um condomínio logístico ou em um imóvel isolado, a instalação elétrica entregue raramente atende de imediato às necessidades da nova operação. Uma lista de verificação ajuda a planejar a adequação:
- potência disponível na entrada de energia e no quadro geral, comparada com a carga prevista da operação;
- quantidade e localização das docas que serão usadas e o estado dos seus equipamentos;
- necessidade de sala de carregamento de baterias, com quantidade e potência dos carregadores;
- layout dos porta-paletes e compatibilidade com a iluminação existente;
- áreas de escritório, refeitório e vestiários, com seus circuitos;
- necessidade de câmaras frias ou áreas climatizadas;
- infraestrutura para rede de dados, Wi-Fi do armazém e sistemas de gerenciamento;
- portaria, cancelas, câmeras e controle de acesso;
- iluminação de emergência e sinalização exigidas pelo Corpo de Bombeiros;
- necessidade de gerador ou nobreaks para cargas críticas.
Com essas informações, é possível montar um cronograma de adequação que acompanhe a data de início da operação. A ALLITEC faz o levantamento, propõe as adequações por prioridade e executa os serviços dentro do prazo combinado, muitas vezes enquanto outras equipes montam porta-paletes e sistemas.
Recarga de veículos elétricos e frota
Algumas operações logísticas estão adotando veículos elétricos para entregas urbanas, como vans e caminhões leves. Esses veículos precisam ser recarregados no centro de distribuição, normalmente durante a noite. A instalação de pontos de recarga para frota exige verificar a capacidade da entrada de energia e dos quadros, dimensionar circuitos dedicados, instalar proteções adequadas e planejar a distribuição dos carregadores no pátio ou no estacionamento. Para frotas maiores, sistemas de gerenciamento de carga distribuem a potência disponível entre os veículos, evitando ultrapassar a demanda contratada. O planejamento antecipado permite ampliar a quantidade de carregadores aos poucos, conforme a frota cresce.
Proteção contra descargas atmosféricas
Galpões logísticos têm grandes áreas de cobertura metálica e pátios abertos, e a região de Campinas tem muitas tempestades no verão. O sistema de proteção contra descargas atmosféricas protege a estrutura, enquanto os dispositivos de proteção contra surtos protegem a instalação elétrica e os equipamentos. Os pontos mais vulneráveis são os circuitos externos, como iluminação de pátio, portarias, cancelas, câmeras e balanças, que recebem surtos pelos cabos que percorrem longas distâncias ao ar livre. A verificação dos dispositivos de proteção e do aterramento antes da temporada de chuvas reduz muito a queima de equipamentos.
Documentação e organização
Em centros logísticos, a documentação elétrica costuma ficar desatualizada rapidamente, porque o layout e a operação mudam com frequência. A documentação mínima inclui diagramas dos quadros, identificação dos circuitos em cada quadro e nos pontos de consumo, planta com o caminhamento das eletrocalhas e a localização dos quadros, e histórico de manutenções. Em instalações com carga acima de 75 kW, a NR-10 exige o prontuário das instalações elétricas. A ALLITEC atualiza a documentação a cada intervenção, para que ela continue útil ao longo do tempo.
Contrato de manutenção para centros de distribuição
O contrato de manutenção elétrica dá previsibilidade à operação. Ele define a rotina preventiva, os prazos de atendimento para chamados corretivos por nível de urgência, os horários de atendimento de acordo com os turnos, os relatórios mensais e a forma de tratar materiais de reposição, como luminárias, tomadas e componentes de docas. Para operações 24 horas, o contrato pode prever atendimento emergencial a qualquer hora. Com o tempo, o histórico de ocorrências mostra os pontos fracos da instalação e ajuda a planejar investimentos que reduzem as paradas.
Rede de dados, Wi-Fi e coletores
A operação de um armazém moderno depende de coletores de dados, leitores de código de barras, impressoras de etiquetas, terminais nas empilhadeiras e sistemas de gerenciamento de armazém. Tudo isso se comunica por uma rede Wi-Fi que precisa cobrir todo o galpão, inclusive os corredores entre porta-paletes, onde as estruturas metálicas e as mercadorias atrapalham o sinal. Os pontos de acesso ficam no alto, junto à cobertura, e precisam de alimentação e cabeamento organizados.
A ALLITEC tem experiência em infraestrutura de redes e cabeamento estruturado, o que permite planejar a parte elétrica e a parte de dados em conjunto: eletrocalhas separadas para energia e dados, racks com alimentação dedicada e nobreak, switches com alimentação pelo próprio cabo de rede para os pontos de acesso e proteção contra surtos. Quando a rede para, a separação e a expedição param junto, por isso essa infraestrutura merece o mesmo cuidado que as docas.
Comunicação durante as intervenções
Em um centro logístico, o sucesso de uma intervenção elétrica depende muito da comunicação com a operação. Antes de cada serviço, a equipe confirma com o líder do turno quais áreas serão afetadas, por quanto tempo e quais alternativas existem, como usar outras docas, remanejar a separação para outro corredor ou antecipar o carregamento de baterias. Durante o trabalho, mantém contato por rádio ou telefone, informa o andamento e avisa imediatamente se algo sair do previsto. Ao final, confirma com a operação que tudo voltou a funcionar antes de liberar a área.
Esse cuidado evita surpresas, como uma doca desligada justamente quando chega um caminhão prioritário, ou um corredor apagado no meio de uma onda de separação. Também cria confiança entre a equipe de manutenção e a operação, o que facilita a programação das próximas intervenções.
Picos de demanda e sazonalidade
A logística tem picos sazonais bem conhecidos, como as datas promocionais do varejo, o Natal e o início do ano letivo. Nessas épocas, os centros de distribuição ampliam turnos, contratam temporários, abrem mais docas e, às vezes, instalam estruturas provisórias para separação e embalagem. A demanda de energia sobe, mais carregadores ficam ligados, mais áreas ficam iluminadas por mais tempo e o ar-condicionado dos escritórios trabalha no limite.
Preparar a elétrica para o pico é uma forma inteligente de evitar paradas no pior momento. Algumas semanas antes, vale fazer uma termografia completa dos quadros, revisar as docas que serão mais usadas, verificar a sala de carregamento, testar o gerador e os nobreaks, conferir a iluminação de todas as áreas e planejar a alimentação das estruturas provisórias, com pontos seguros e protegidos em vez de extensões espalhadas pelo piso. Durante o pico, o contrato pode prever um plantão reforçado, com técnicos disponíveis nos turnos de maior movimento. Depois, a análise das ocorrências ajuda a preparar o próximo ano.
Áreas de embalagem, devolução e valor agregado
Muitos centros de distribuição têm áreas de serviços de valor agregado, como montagem de kits, etiquetagem, embalagem para presente, devoluções e pequenas customizações. Essas áreas têm muitas bancadas de trabalho, cada uma com seladoras, impressoras, computadores, balanças e iluminação localizada. O resultado é uma concentração grande de tomadas e equipamentos em um espaço relativamente pequeno, muitas vezes atendida por extensões e réguas improvisadas.

A solução é uma infraestrutura planejada: eletrocalhas ou perfilados acima das bancadas, com tomadas distribuídas em quantidade suficiente, circuitos dimensionados para a carga real, separação entre tomadas de equipamentos e de computadores e proteção diferencial. Quando a área muda de tamanho ou de layout, a infraestrutura aérea permite reposicionar as bancadas sem obras.
Como funciona o atendimento da ALLITEC
Contato. O centro logístico descreve a necessidade pelo formulário ou pelo WhatsApp.
Visita técnica. Um técnico visita o local, participa da integração de segurança, conhece a operação e levanta as informações necessárias.
Proposta. A ALLITEC envia a proposta por escrito, com escopo, cronograma e condições. Para saber o valor do seu caso, solicite seu orçamento agora pelo formulário no fim desta página ou pelo WhatsApp.
Planejamento. As intervenções são programadas com a operação, por setor e nos horários de menor movimento.
Execução. A equipe executa o serviço seguindo a NR-10 e as regras do centro logístico.
Entrega. O cliente recebe o relatório, a documentação atualizada e as orientações necessárias.
Centros logísticos atendidos em Campinas e região
A ALLITEC é sediada em Campinas e atende centros logísticos num raio de até 50 quilômetros, incluindo a região de Viracopos, os eixos da Anhanguera, dos Bandeirantes e da Dom Pedro I, e cidades como Hortolândia, Sumaré, Paulínia, Indaiatuba, Louveira, Itupeva, Jundiaí, Vinhedo, Valinhos e Jaguariúna. A proximidade permite atender chamados com agilidade e acompanhar de perto as manutenções programadas.
Resumo
Serviços elétricos para centros logísticos precisam acompanhar o ritmo de uma operação que não para. Docas confiáveis, salas de carregamento seguras, armazéns bem iluminados, pátios iluminados, câmaras frias protegidas e quadros organizados são a base para que as mercadorias entrem e saiam no prazo. A manutenção planejada, com inspeções sem desligamento e intervenções por setor, reduz paradas e custos.
A ALLITEC atende centros logísticos de Campinas e região com equipe própria, planejamento e respeito ao ritmo da operação. Solicite seu orçamento agora e agende uma visita técnica no seu centro de distribuição.
